A água que existe abaixo da
superfície da terra circula em espaços vazios. Estes espaços podem ser os poros
existentes entre os grãos do solo e rochas, ou as fraturas de rochas formadas a
partir de esforços mecânicos da crosta.
Após a infiltração, a água segue em movimento descendente, passando pela zona não-saturada, onde os poros são preenchidos parcialmente por água e ar, até chegar na zona saturada, onde os poros são totalmente preenchidos por água. A chamada franja capilar é uma faixa acima da zona saturada, onde todos os poros estão também preenchidos por água, devendo-se isso, no entanto, ao efeito da capilaridade.
O chamado “lençol freático” consiste no limite entre as zonas não-saturada e saturada, enquanto que a profundidade deste pode ser referido como nível freático, nível d’água ou nível potenciométrico.
O nível d’água pode variar ao longo do ano por ação do clima. Em períodos chuvosos, há maior infiltração de água e o nível d’água fica mais próximo da superfície, enquanto que no período de estiagem, a pouca infiltração e o maior processo de evapotranspiração faz com que o nível d’água fique em maiores profundidades.
As Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo – Secretaria de Estado do Meio Ambiente – SMA, 2008
Após a infiltração, a água segue em movimento descendente, passando pela zona não-saturada, onde os poros são preenchidos parcialmente por água e ar, até chegar na zona saturada, onde os poros são totalmente preenchidos por água. A chamada franja capilar é uma faixa acima da zona saturada, onde todos os poros estão também preenchidos por água, devendo-se isso, no entanto, ao efeito da capilaridade.
O chamado “lençol freático” consiste no limite entre as zonas não-saturada e saturada, enquanto que a profundidade deste pode ser referido como nível freático, nível d’água ou nível potenciométrico.
O nível d’água pode variar ao longo do ano por ação do clima. Em períodos chuvosos, há maior infiltração de água e o nível d’água fica mais próximo da superfície, enquanto que no período de estiagem, a pouca infiltração e o maior processo de evapotranspiração faz com que o nível d’água fique em maiores profundidades.
Fonte:
As Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo – Secretaria de Estado do Meio Ambiente – SMA, 2008

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